terça-feira, 26 de outubro de 2010

Empreendedorismo no Brasil

Empreendedorismo no Brasil

Segundo Dornelas, o movimento empreendorismo no Brasil começou a tomar forma na década de 1990, quando entidades como o SEBRAE e SOFTEX foram criadas. Antes disso, não se falava em empreeendedorismo e em criação de pequenas empresas. Os ambientes políticos e econômicos do país não eram propícios, e o empreendedor praticamente não encontrava informações para auxiliá-lo na jornada empreendedora.

O SEBRAE busca junto a essa entidade todo o suporte de que precisa para iniciar sua empresa. A entidade foi cridada com o intiuito de levar as empresas de software do país ao mercado externo por meio de várias ações que proporcionavam ao empresário de informática a capacitação em gestão e tecnologia (DORNELAS, 2008).

Foi com os programas criados no âmbito da Softex em todo o país, que o tema empreendedorismo começou a despertar na sociedade brasileira. Até então palavras como plano de negócios eram praticamente desconhecidas e até ridicularizadas pelos pequenos empresários (DORNELAS, 2008).

Passados 20 anos, pode-se dizer que o Brasil entra nesse novo milênio com todo potencial para desenvolver um dos maiores programas de ensino de empreendedorismo de todo o mundo, comparável apenas aos Estados Unidos,onde mais de 2.000 escolas ensinaram empreendedorismo (DORNELAS, 2008).

Para José Dornelas, um fato que chamou a atenção no mundo do empreendedorismo, mas principalmente no Brasil, foi o resultado do primeiro relatório executivo do Global Entrepreneurship Monitor, onde o Brasil apareceu como o país que possuía a melhor relação entre o número de habitantes adultos que começavam um novo negócio e o total dessa população: 1 em cada 8 adultos.

Um último fator que dependerá apenas dos brasileiros para ser desmitificados, é a quebra do paradigma cultural de não valorização de homens e mulheres de sucesso que tem construído esse país e gerado riquezas, sendo eles os grandes empreendedores, que dificilmente são reconhecidos e admirados. Pelo contrário, são vistos como pessoa de sorte ou que venceram por outros meios alheios a sua competência(DORNELAS, 2008) .

ACADÊMICOS DE ADMINISTRAÇÃO-IESA-2010
Jéssica Dumke
Junior Weber
Paola Nicoletti

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