segunda-feira, 1 de outubro de 2012
CULTURA E APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL: CONSOLIDAÇÃO DO AMBIENTE INTERNO E EXTERNO COMO FATOR DE COMPETITIVIDADE
Este texto procura abordar a importância da cultura e a aprendizagem no ambiente organizacional. Trata-se de temas que envolvem transformações e adaptações no ambiente interno empresarial. São pilares de sustentação fundamental para as empresas que desejam figurar em um ambiente competitivo. Assim, cultura e aprendizagem organizacional são abordagens recorrentes dos departamentos de recursos humanos e não são mais elementos periféricos na organização, convertendo-se em elementos de relevada importância estratégica dentro da organização.
O interesse pela cultura organizacional aumentou consideravelmente a partir da década de 80, demonstrando que cultura organizacional aparece como a forma de atuar de maneira estratégica e eficiente dentro de uma organização. São os elementos que identificam a organização frente a seus clientes externos e que se formam a partir de seus clientes internos, gestores e comunidade na qual a organização pertence ou tem como base.
Algumas premissas relacionadas à cultura devem ser observadas e seguidas, tais como valores, comportamentos, soluções corretas e princípios e devem ser ensinadas e transmitidas em ações que identificam as empresas e as diferenciam das outras. Neste processo figura a mudança cultural na organização que implica em ruptura com o velho e com valores que não servem mais para a mesma. Com isso a organização adere ao novo que propicia uma nova linguagem, histórias, hábitos e valores de mundo de cada sujeito partícipe da organização, que mostram como a organização é e como pretende ser identificada pelo mercado, por clientes internos e externos, desenvolvendo assim uma identidade própria.
Neste processo de identificação da cultura de uma organização os lideres têm papel relevante no processo de construção e mudança organizacional. Torna-se fundamental o desenvolvimento de competências e atitudes positivas individuais, profissionais e coletivas de liderança, através da efetiva aplicação de conhecimentos sobre relacionamentos interpessoais, marketing de relacionamento, administração de conflitos, treinamento e desenvolvimento de gestores e clientes internos.
Aliado à cultura o processo de aprendizagem dentro da organização precisa ser dinâmico, temporal e que passou por transformações com as evoluções sócio-históricas da administração. A importância da aprendizagem nem sempre teve a devida relevância. Não havia necessidade de aprender além das tarefas rotineiras e mecânicas. Em algumas situações aprender não era algo bem visto no ambiente organizacional. Habilidades e competências não eram desenvolvidas adequadas e sistematicamente. As organizações adotavam a organização taylorista do trabalho, considerada a mais eficiente na época. No decorrer do tempo foi possível verificar que este modelo apresentava problemas. Havia que quebrar este paradigma de regras não seguidas exatamente como foram elaboradas. Prova disso, em decorrência das mudanças do período pós-industrial, surgiram novos modelos com base na valorização da aprendizagem, valores de autonomia, flexibilidade e mudança. Aprender tornou o colaborador autônomo, integrante do processo de crescimento da organização.
Quem aprende responsabiliza-se aprendendo pelas próprias descobertas. Aprender significa mudar. Nas organizações quando se aprende há uma transformação, resultando em uma rede de conhecimentos que podem ser partilhados e aprimorados com a troca de conhecimento. O homem que aprende no ambiente organizacional analisa, dá sentido e encontra soluções para as informações, assim como, aprende com as experiências e formula um pensamento próprio.
Por tanto, cultura e aprendizagem organizacional estão relacionadas entre si. As organizações que desejam tornar-se bem sucedidas necessitam desenvolver competências básicas, que vão desde o ambiente harmonioso, perpassando pelos serviços e bens que oferecerem até sua imagem fora da empresa, agregando valor à organização e estabelecendo vantagem competitiva, através de novas aprendizagens e mudança cultural construindo suas identidades e locais onde vivem.
Assim deste modo, quem aprende cria novos valores e estes não deve ser somente uma coleção de receitas prontas, mas sim precisam servir para a construção e transformação de uma organização mais humana e democrática, que atinja seus objetivos e metas propostos, nunca se esquecendo do ser humano e o ambiente que os circunda.
Referência bibliográfica
Marise Schadeck
MOTTA, F.C.P., VASCONCELOS, I. F. G. Teoria geral da administração. São Paulo: Pioneira Thompson Learning. 2002.
Administração participa da Feira do Empreendedor do SEBRAE
Administração participa da Feira do Empreendedor do SEBRAE
O SEBRAE de Santo Ângelo proporcionou neste último dia 28 de setembro (sexta-feira) que os alunos de Administração visitassem a 17ª edição da Feira do Empreendedor do Rio Grande do Sul (que se realizou entre os dias 27 e 30 de setembro). O tradicional evento foi realizado no Centro de Exposições da Fiergs, em Porto Alegre.
Ao todo foram 37 alunos do curso de Administração, acompanhados pelas professoras Marise Shadeck e Tania Tybusch. O evento tem como objetivo promover a divulgação de informações, realizar atendimento especializado e oferecer ideias de negócios.
Na programação do dia 28/09 constavam palestras e oficinas além da visitação aos expositores. O grupo priorizou o tema empreendedorismo, assistindo às palestras: “A nova geração de empreendedores” proferida por Jorge Durval; “Empreendedorismo e sustentabilidade: um case de sucesso” com Ana Pasquottini; “Empreendedorismo, liderança e legado” com Antônio Celso Weber; e “Agronegócio: uma atividade econômica para lá de interessante”, com o palestrante Roberto Gracellè.
Na avaliação dos alunos participantes, o evento proporcionou uma aproximação com a prática do empreendedorismo já que tiveram a oportunidade de realizar visitas aos expositores que explanavam sobre a trajetória dos seus empreendimentos. É o local realmente onde boas ideias viram ótimos negócios.
sábado, 28 de julho de 2012
Pedagogia do Oprimido, de Paulo Freire
Pedagogia do Oprimido, de Paulo Freire-( Resenha Crítica-Zélia Maria Mirek)
Paulo Freire pensa a existência. É um pensador comprometido com a vida. Em seu livro Pedagogia do Oprimido reporta-se aos cinco anos que passou no exílio. Apresenta um papel de conscientização para uma educação realmente libertadora. A prática da liberdade só encontrará adequada expressão numa pedagogia em que oprimido tenha condições de reflexivamente, descobrir-se e conquistar-se como sujeito de sua própria destinação histórica. Em sua escrita ressalta o direito do ser humano, o trabalho livre e a afirmação da pessoa. Algumas contradições se fazem presente, quando relaciona os oprimidos e opressores, quando a violência desumaniza os opressores, passando aos oprimidos a condição de lutar contra quem os fez inferiores. Uma luta que somente tem sentido quando os menores buscam a sua humanidade. “a violência dos opressores, que os faz também desumanizados, não instaura outra vocação - a do ser menos” (p.30).
A Pedagogia do Oprimido apresenta-se como pedagogia do homem. Onde somente ela pode se fazer generosa, verdadeira, humanista e não "humanitarista", tudo para alcançar os objetivos. Diferente da Pedagogia que surge dos interesses pessoas e egoístas dos opressores, disfarçada na falsa generosidade. “Quem, melhor que os oprimidos, encontrarão preparados para entender o significado terrível de uma sociedade opressora?” (p 31).
A pedagogia humanizadora somente será possibilitada, quando houver a união entre teoria e prática. Entre a liderança revolucionária e os que estabelecem uma relação dialógica. Alcançando esta fase busca saber da realidade. Assim a presença dos oprimidos na busca de sua libertação, mais que falsa participação, é o que dever ser: engajamento. “A pedagogia do oprimido que, no fundo, é a pedagogia dos homens empenhando-se na luta por sua libertação, tem suas raízes aí. E tem que ter nos próprios oprimidos, que se saibam ou comecem criticamente a saber-se oprimidos, um dos seus sujeitos.”(p.40)
A situação concreta de opressão e os opressores, é que os opressores de ontem não se reconhecem em libertação. “Pelo contrário, vão sentir-se como se realmente estivessem sendo oprimidos” (p.44). Esta violência passa de geração a geração, tornando-se legatários e formando o clima geral.
Na situação concreta de opressão e os oprimidos, “há em certo momento da experiência existencial dos oprimidos, uma irresistível atração pelo opressor”. Pelos seus padrões de vida. Participar destes padrões constitui uma incontida aspiração. Na sua alienação querem, a todo custo, parecer com o opressor. Imitá-lo. Segui-lo. Isto se verifica, sobretudo, nos oprimidos de “classe média”, cujo anseio é ser iguais ao “homem ilustre” da chamada “classe superior”. (p.49).
Ninguém liberta ninguém, ninguém liberta sozinho: Os homens se libertam em comunhão e “somente quando os oprimidos descobrem, nitidamente, o opressor, e se engajam na luta organizada por sua libertação, começam a crer em si mesmos, superando, assim, sua “convivência” com o regime opressor” (p.52). O movimento para a liberdade deve surgir a partir dos próprios oprimidos, e a pedagogia decorrente será a que tem forjado e esteja inserida na luta incessante de recuperação de sua humanidade.
Em uma critica a concepção “bancária” da educação como instrumento da opressão, Paulo Freira escreve que o educador é o sujeito, conduz os educandos à memorização mecânica do conteúdo narrado. Mais ainda, a narração os transforma em “vasilhas”, em recipientes a serem enchidos pelo educador (p.57). A doação manifesta nos instrumentais de ideologia da opressão a pura absolutização da ignorância, que se constitui da alienação da ignorância. E na concepção problematizadora e libertadora da educação, Freire aponta que a ”A educação “bancária”, em cuja prática se dá a inconciliação educador- educandos rechaça o companheirismo. Na educação bancária o educador é sempre o que sabe, enquanto os educandos serão os que não sabem. A rigidez destas posições nega a educação e o conhecimento como processo de busca. E é lógico que seja assim. No momento em que o educador “bancário” vivesse a superação da contradição já não seria mais “bancário”(p.68).
Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo, “em verdade, não seria possível à educação problematizadora, que rompe com os esquemas verticais característicos da educação bancária, realizar-se como prática da liberdade, sem superar a contradição entre o educador e os educandos. Como também não lhe seria possível fazê-lo fora do diálogo” (p.68). Em outro momento Paulo Freire escreve que educar é impregnar de sentido o que fizemos a cada instante. E aí estamos diante de uma educação prática de liberdade e talvez de uma nova escola. Uma escola com proposta de atingir as necessidades e interesses dos alunos, formando um homem contemporâneo dispostos a aprender, a conhecer, a descobrir, formando adultos que façam a mediação do conhecimento, oportunizando, além da aprendizagem cognitiva, tornar as relações sociais importantes estruturando uma personalidade saudável. Neste sentido é importante perceber que Freire introduz o conceito de consciência, como exercício intencional de compreensão da realidade.
“A concepção e a prática “bancárias”, imobilistas, “fixistas”, terminam por desconhecer os homens como seres históricos, enquanto a problematizadora parte exatamente do caráter histórico e da historicidade dos homens” (p 72), com uma necessidade de educação permanente para transformar a realidade, devendo então mudar as relações dentro da escola e a forma os conteúdos e as práticas são desenvolvidas no espaço escolar.
A necessidade de rever a educação e a forma como ocorre o diálogo entre os envolvidos, pois não há diálogo sem um profundo amor ao mundo e aos homens. Não é possível a pronúncia do mundo, que é um ato de criação e recriação, se não há amor que a infunda.
Neste ponto, Freire (p.83) aponta que a “a inquietação em torno do conteúdo do diálogo é a inquietação em torno do conteúdo programático da educação”. Para o educador-educando, dialógico, problematizador, o conteúdo programático da educação não é uma doação ou uma imposição – um conjunto de informes a ser depositado nos educandos -, mas a devolução organizada, sistematizada e acrescentada ao povo daqueles elementos que este lhe entregou de forma desestruturada. Educar neste momento é desejar avançar, colocar-se em movimento de abertura ao novo, para as dúvidas, para o novo saber.
A falta de uma compreensão crítica para captar em “pedaços nos quais não reconhecem a interação constituinte da mesma totalidade” (p.95), considerando sempre a evolução do homem. Contudo, o papel da Escola precisa ser constantemente repensado; ela precisa se reposicionar frente ao dinâmico e complexo sistema de valores de uma sociedade. É sabido que a educação deve ser norteada pelo foco na aprendizagem, no "aluno" e seu contexto.
Na investigação temática, que se dá no domínio do humano e não no das coisas, não pode reduzir-se a um ato mecânico (p.100). Faz necessário investigar e rever as visões da realidade, ou seja, a totalidade, instituindo o tema gerador. È o pensar da própria condição de existir para investigar a temática, trabalhando em equipes interdisciplinares, observando os pontos fixados pelos vários investigadores encontrando as situações limites que envolvem o tema. A investigação da temática envolve investigação do próprio pensar. Pensar que não se dá fora dos homens, nem num homem só, nem no vazio, mas nos homens e entre os homens, e sempre referidos a realidade. O método Paulo Freire não ensina a repetir aquilo que já existe. Seu método coloca o alfabetizando em condições de poder existir criticamente as palavras de seu mundo, para na oportunidade devida, saber e poder dizer a sua palavra.
E quando “não é possível o diálogo com as massas populares antes da chegada ao poder, porque falta a elas experiência do diálogo, também não lhes é possível chegar ao poder, porque lhes falta igualmente experiência dele” (p.134). Para Freire vale para a palavra o mesmo que para a realidade: a dimensão da ação e a dimensão da reflexão, sem dimensão da ação tem-se o verbalismo, sem a reflexão o ativismo. A palavra é ato libertador, controlá-la sobre palavra-mundo, torna a chave essencial de domínio dos mecanismos de poder.
Neste sentido, a conquista crescente do oprimido pelo opressor aparece como um traço marcante da ação antidialógica e sendo a ação libertadora dialógica em si, não pode ser o diálogo uma a posteriori seu, mas um concomitante dela. Mas, como os homens estarão sempre se libertando, o diálogo se torna um permanente da ação libertadora, com o desejo de conquista, maior que o próprio desejo. “A necessidade da conquista acompanha a ação antidialógica em todos os seus momentos”.
Nesse ponto, a solidariedade nasce no testemunho que a liderança dá ao povo, no encontro humilde, amoroso e corajoso. Nem todos tem a mesma coragem, porém, na medida em que, as minorias, submetendo as a maiorias a seu domínio, as oprimem, dividi-las e mantê-las divididas são condição indispensável à continuidade de seu poder.
Toda a ação cultural é sempre uma forma “sistematizada e deliberada de ação que incide sobre a estrutura social, ora no sentido de mantê-la como está ou mais ou menos como está, ora no de transformá-la” (p. 183), para que “finalmente, a invasão cultural, na teoria antidialógica da ação, sirva de manipulação que, por sua vez, serve à conquista e esta à dominação, enquanto a síntese serve à organização e sesta à libertação”.
Conclusão
O trabalho de Paulo Freire, em Pedagogia do Oprimido, pode ser visto como um processo de conscientização, um tema que leva em consideração a natureza política da educação. O autor adverte que vivemos em uma sociedade onde se destacam os opressores e os oprimidos, situação que precisa ser modificada e cada sujeito deve buscar a superação de seus problemas com criatividade.
Para o autor, o objetivo da educação deveria ser a liberdade, que resultaria na transformação social e no conhecimento crítico do mundo, fazendo ressaltar o direito do ser humano, a liberdade ao trabalho e a afirmação das pessoas. E quando se trata jovens e adultos, estes devem ter a consciência de que é possível mudar, deixando de ser oprimidos e passando a serem agentes transformadores.
Ao ressaltar a educação “bancária”, percebe-se a manipulação de pensamentos com um único objetivo oprimir. E ao afirmar que “Ninguém educa ninguém, ninguém se educa sozinho’, ele quer dizer que os indivíduos não são caixas onde se deposita conhecimentos, mas sim uns seres que podem recriar e transformar o mundo com o seu novo conhecimento”.
Bibliografia
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 26ª ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1987.
Professora de Contabilidade. Coordenadora do Curso de Ciências Contábeis- IESA-Instituto Cenecista de Ensino Superior de Santo Ângelo-Acadêmica de Licenciatura em Pedagogia a Distância LPD - UFPEL Polo Cerro Largo Endereço eletrônico -. zeliamirek@via-rs.net
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Você Conhece RH Estratégico?
Você Conhece RH Estratégico?
Sabemos quão importante é a participação efetiva do departamento de Recursos Humanos no desenvolvimento organizacional e que o mesmo deve trabalhar ao lado da alta direção da organização, sabendo deste processo, surge o Rh Estratégico. Muito comentado nos dias de hoje, o termo RH estratégico já faz parte do vocabulário de muitas equipes de Recursos Humanos há algum tempo.
Mas efetivamente o que é RH Estratégico?
Focado no equilíbrio entre as pessoas e a organização, com o objetivo de promover o desenvolvimento humano e organizacional, este é o RH estratégico. Conhecedor de todo planejamento da empresa, tem foco em resultados mesuráveis e consegue agregar valor a organização e a seus colaboradores, deixando o foco para as politicas e normas da empresa, o novo RH não está exclusivamente voltado para as pessoas, e sim buscando um elo entro pessoas e estratégias empresariais.
Em seu site Marcelo de Elias cita algumas características de um Rh estratégico, entre elas: entendimento do negócio, foco em resultado, objetivos em resultado, objetivos e metas, visão sistêmica, confiança das pessoas e dos gestores, participação nas tomadas de decisões.
Os benefícios da implantação do RH estratégico são muitos e o retorno imediato, então o que impede o seu funcionamento? Enfatizaria que o maior problema neste processo é a necessidade da parceria do RH com a alta administração, pois através desta cumplicidade que as ideias surgirão, a confiança fortalecerá e os objetivos serão compartilhados e atingidos.
Então temos um longo caminho, considerando a evolução do Rh obrigatória para todas as empresas, deixando de ser apenas um diferencial. Mãos a obra....
JULIO RODRIGUES
segunda-feira, 2 de abril de 2012
MINISSEMINÁRIO DE EMPREENDEDORISMO
Foi realizado na noite da quarta-feira, dia 21 de março, o minisseminário Empreendedores bem-sucedidos: falando com quem está fazendo sucesso, que apresentou experiências de sucesso em empreendedorismo. O evento foi organizado pelos alunos do 7º período de Administração.
O objetivo do evento, organizado pelos professores Marise Schadeck, Tânia Tybush, Leila de Oliveira Batista, Alceu Lopes e Milena Meneghini, foi oferecer aos estudantes um debate sobre temas relacionados ao empreendedorismo, voltado para a satisfação das pessoas como fonte de sucesso profissional, oferecendo novas propostas e alternativas frente à gestão.
Apresentaram os cases de sucesso os empreendedores:
Gerson Silveira Pereira - empreendedor social, membro fundador da ONG Centro de defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santo Ângelo – Cededica e membro do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santo Ângelo, diretor da unidade de semi-liberdade de Santo Ângelo;
Romário Heitor Malheiros - empreendedor público, professor de Administração de Empresas e supervisor de vendas da Empresa Natur Equipamentos e
Carlene Brum da Silva Traichel - empreendedora corporativa, coordenadora financeira e de gestão socioambiental da Unimed Missões.
O objetivo do evento, organizado pelos professores Marise Schadeck, Tânia Tybush, Leila de Oliveira Batista, Alceu Lopes e Milena Meneghini, foi oferecer aos estudantes um debate sobre temas relacionados ao empreendedorismo, voltado para a satisfação das pessoas como fonte de sucesso profissional, oferecendo novas propostas e alternativas frente à gestão.
Apresentaram os cases de sucesso os empreendedores:
Gerson Silveira Pereira - empreendedor social, membro fundador da ONG Centro de defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santo Ângelo – Cededica e membro do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santo Ângelo, diretor da unidade de semi-liberdade de Santo Ângelo;
Romário Heitor Malheiros - empreendedor público, professor de Administração de Empresas e supervisor de vendas da Empresa Natur Equipamentos e
Carlene Brum da Silva Traichel - empreendedora corporativa, coordenadora financeira e de gestão socioambiental da Unimed Missões.
ASSESSORIA AO 3º SETOR
Em 2011 os cursos Ciências Contábeis e Administração do Instituto, realizaram parceria com a Unimed, para o desenvolvimento do Projeto Social de Assessoria a Empresas do Terceiro Setor.
Com apoio de estudantes e professores, a atividade promove a coleta de notas fiscais, que são depositadas nas urnas disponíveis no Instituto. O montante das notas é digitado pelos colaboradores da UNIMED Missões, através do Programa A Nota é Minha, do Governo do Estado, beneficiando o Centro de Formação São José - Lar da Menina.
Segundo a coordenadora do curso de Ciências Contábeis, Prof. Zélia Maria Mirek, o projeto iniciou-se em 2009 com o objetivo de contribuir para a melhoria das condições das instituições do Terceiro Setor. “Contribuímos através de processo continuado de assessoria e consultoria organizacional e com o trabalho multidisciplinar e voluntário dos nossos acadêmicos”. Segundo a coordenadora, o projeto também busca inserir os estudantes dos Cursos de Administração e Ciências Contábeis, no estudo da gestão econômica e financeira de instituições assistenciais, desenvolvendo as organizações denominadas de “Terceiro Setor”, aquelas que não são mantidas pelo poder público ou pela iniciativa privada, contribuindo para elevar o bem estar e a qualidade de vida dos seus atendidos.
Através de iniciativas como essas, a Instituição, através de seus acadêmicos e professores e com apoio da Direção, assume o compromisso com a sua comunidade, sendo protagonista no processo de desenvolvimento humano, explorando e levando à prática novas estratégias, destinadas a construir uma sociedade mais justa e participativa através do voluntariado e da cooperação que, além de encontrar soluções a demandas sociais, enriquece as experiências de cada acadêmico.
A parceria realizada com a Unimed Missões e a participação voluntária funcionários da empresa, resultou em uma maior pontuação e uma arrecadação de valores significativos para o Lar da Menina.
Em setembro do mesmo ano, o projeto contou com a participação do curso de Biomedicina, que realizou a Gincana do Biomédico, arrecadando 33 mil notas fiscais, que foram auditadas pelos alunos do 8º Período de Ciências Contábeis. Estas notas foram distribuídas entre três entidades beneficiadas pelo projeto, sendo elas: Centro Espírita Seara do Mestre, Centro de Formação São José e a Associação dos Deficientes Físicos - Adecel.
Com apoio de estudantes e professores, a atividade promove a coleta de notas fiscais, que são depositadas nas urnas disponíveis no Instituto. O montante das notas é digitado pelos colaboradores da UNIMED Missões, através do Programa A Nota é Minha, do Governo do Estado, beneficiando o Centro de Formação São José - Lar da Menina.
Segundo a coordenadora do curso de Ciências Contábeis, Prof. Zélia Maria Mirek, o projeto iniciou-se em 2009 com o objetivo de contribuir para a melhoria das condições das instituições do Terceiro Setor. “Contribuímos através de processo continuado de assessoria e consultoria organizacional e com o trabalho multidisciplinar e voluntário dos nossos acadêmicos”. Segundo a coordenadora, o projeto também busca inserir os estudantes dos Cursos de Administração e Ciências Contábeis, no estudo da gestão econômica e financeira de instituições assistenciais, desenvolvendo as organizações denominadas de “Terceiro Setor”, aquelas que não são mantidas pelo poder público ou pela iniciativa privada, contribuindo para elevar o bem estar e a qualidade de vida dos seus atendidos.
Através de iniciativas como essas, a Instituição, através de seus acadêmicos e professores e com apoio da Direção, assume o compromisso com a sua comunidade, sendo protagonista no processo de desenvolvimento humano, explorando e levando à prática novas estratégias, destinadas a construir uma sociedade mais justa e participativa através do voluntariado e da cooperação que, além de encontrar soluções a demandas sociais, enriquece as experiências de cada acadêmico.
A parceria realizada com a Unimed Missões e a participação voluntária funcionários da empresa, resultou em uma maior pontuação e uma arrecadação de valores significativos para o Lar da Menina.
Em setembro do mesmo ano, o projeto contou com a participação do curso de Biomedicina, que realizou a Gincana do Biomédico, arrecadando 33 mil notas fiscais, que foram auditadas pelos alunos do 8º Período de Ciências Contábeis. Estas notas foram distribuídas entre três entidades beneficiadas pelo projeto, sendo elas: Centro Espírita Seara do Mestre, Centro de Formação São José e a Associação dos Deficientes Físicos - Adecel.
ASSESSORIA AO 3º SETOR
Em 2011 os cursos Ciências Contábeis e Administração do Instituto, realizaram parceria com a Unimed, para o desenvolvimento do Projeto Social de Assessoria a Empresas do Terceiro Setor.
Com apoio de estudantes e professores, a atividade promove a coleta de notas fiscais, que são depositadas nas urnas disponíveis no Instituto. O montante das notas é digitado pelos colaboradores da UNIMED Missões, através do Programa A Nota é Minha, do Governo do Estado, beneficiando o Centro de Formação São José - Lar da Menina.
Segundo a coordenadora do curso de Ciências Contábeis, Prof. Zélia Maria Mirek, o projeto iniciou-se em 2009 com o objetivo de contribuir para a melhoria das condições das instituições do Terceiro Setor. “Contribuímos através de processo continuado de assessoria e consultoria organizacional e com o trabalho multidisciplinar e voluntário dos nossos acadêmicos”. Segundo a coordenadora, o projeto também busca inserir os estudantes dos Cursos de Administração e Ciências Contábeis, no estudo da gestão econômica e financeira de instituições assistenciais, desenvolvendo as organizações denominadas de “Terceiro Setor”, aquelas que não são mantidas pelo poder público ou pela iniciativa privada, contribuindo para elevar o bem estar e a qualidade de vida dos seus atendidos.
Através de iniciativas como essas, a Instituição, através de seus acadêmicos e professores e com apoio da Direção, assume o compromisso com a sua comunidade, sendo protagonista no processo de desenvolvimento humano, explorando e levando à prática novas estratégias, destinadas a construir uma sociedade mais justa e participativa através do voluntariado e da cooperação que, além de encontrar soluções a demandas sociais, enriquece as experiências de cada acadêmico.
A parceria realizada com a Unimed Missões e a participação voluntária funcionários da empresa, resultou em uma maior pontuação e uma arrecadação de valores significativos para o Lar da Menina.
Em setembro do mesmo ano, o projeto contou com a participação do curso de Biomedicina, que realizou a Gincana do Biomédico, arrecadando 33 mil notas fiscais, que foram auditadas pelos alunos do 8º Período de Ciências Contábeis. Estas notas foram distribuídas entre três entidades beneficiadas pelo projeto, sendo elas: Centro Espírita Seara do Mestre, Centro de Formação São José e a Associação dos Deficientes Físicos - Adecel.
Com apoio de estudantes e professores, a atividade promove a coleta de notas fiscais, que são depositadas nas urnas disponíveis no Instituto. O montante das notas é digitado pelos colaboradores da UNIMED Missões, através do Programa A Nota é Minha, do Governo do Estado, beneficiando o Centro de Formação São José - Lar da Menina.
Segundo a coordenadora do curso de Ciências Contábeis, Prof. Zélia Maria Mirek, o projeto iniciou-se em 2009 com o objetivo de contribuir para a melhoria das condições das instituições do Terceiro Setor. “Contribuímos através de processo continuado de assessoria e consultoria organizacional e com o trabalho multidisciplinar e voluntário dos nossos acadêmicos”. Segundo a coordenadora, o projeto também busca inserir os estudantes dos Cursos de Administração e Ciências Contábeis, no estudo da gestão econômica e financeira de instituições assistenciais, desenvolvendo as organizações denominadas de “Terceiro Setor”, aquelas que não são mantidas pelo poder público ou pela iniciativa privada, contribuindo para elevar o bem estar e a qualidade de vida dos seus atendidos.
Através de iniciativas como essas, a Instituição, através de seus acadêmicos e professores e com apoio da Direção, assume o compromisso com a sua comunidade, sendo protagonista no processo de desenvolvimento humano, explorando e levando à prática novas estratégias, destinadas a construir uma sociedade mais justa e participativa através do voluntariado e da cooperação que, além de encontrar soluções a demandas sociais, enriquece as experiências de cada acadêmico.
A parceria realizada com a Unimed Missões e a participação voluntária funcionários da empresa, resultou em uma maior pontuação e uma arrecadação de valores significativos para o Lar da Menina.
Em setembro do mesmo ano, o projeto contou com a participação do curso de Biomedicina, que realizou a Gincana do Biomédico, arrecadando 33 mil notas fiscais, que foram auditadas pelos alunos do 8º Período de Ciências Contábeis. Estas notas foram distribuídas entre três entidades beneficiadas pelo projeto, sendo elas: Centro Espírita Seara do Mestre, Centro de Formação São José e a Associação dos Deficientes Físicos - Adecel.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Coaching
Como estamos na era do conhecimento, onde o capital humano é o fator de grande importância, o líder coaching ajuda a todos a crescer, desenvolver, mostrando que cada um deve buscar em si o que realmente quer. Atualmente, o coaching é tido como a principal ferramenta da administração moderna, considerado como um terapeuta empresarial, um especialista do comportamento humano.
Seu assessor particular, a função deste profissional é manter as pessoas altamente focadas, motivadas e organizadas até que se conquistem os objetivos. O coaching é dotado com habilidades e conhecimentos especializados em comportamento humano capazes de gerar novas perspectivas e confiança para atingir tudo que se almejar.
O coaching está focado no presente e no futuro, é a garantia de diferenciais competitivos, ele está preocupado em desenvolver todos rapidamente através de diálogo individual, conscientizando os pontos fortes e fracos, o que importa são os resultados e não o passado. Este profissional veio para ficar e não ser apenas mais um modismo em RH.
Nos últimos anos houve um grande aumento de empresas de consultoria e de profissionais liberais que oferecem o trabalho de coaching, onde contribuem para a estabilização e o desenvolvimento continuo das organizações.
Júlio Dias Rodrigues
Bacharel em Administração-2007
Seu assessor particular, a função deste profissional é manter as pessoas altamente focadas, motivadas e organizadas até que se conquistem os objetivos. O coaching é dotado com habilidades e conhecimentos especializados em comportamento humano capazes de gerar novas perspectivas e confiança para atingir tudo que se almejar.
O coaching está focado no presente e no futuro, é a garantia de diferenciais competitivos, ele está preocupado em desenvolver todos rapidamente através de diálogo individual, conscientizando os pontos fortes e fracos, o que importa são os resultados e não o passado. Este profissional veio para ficar e não ser apenas mais um modismo em RH.
Nos últimos anos houve um grande aumento de empresas de consultoria e de profissionais liberais que oferecem o trabalho de coaching, onde contribuem para a estabilização e o desenvolvimento continuo das organizações.
Júlio Dias Rodrigues
Bacharel em Administração-2007
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Balanced Scorecard
Júlio César Dias Rodrigues*
No mercado atual a eficácia empresarial é buscada continuamente e o grande desafio do administrador é manter um sistema de informação gerencial que forneça informações corretas para tomar decisões acertadas. Sistemas de medidas de desempenho são instrumentos gerenciais muito importantes para que se possa alcançar com êxito os objetivos propostos. Estudo sobre medidas de avaliação do desempenho das organizações têm evidenciado uma forte correlação entre os processos de tomada de decisões operacionais e estratégias e a utilização de medidas não financeiras.
A sigla BSC traduzida significa: "Indicadores Balanceados de Desempenho", onde o termo balanceado refere-se à utilização das quatro perspectivas diferentes: Indicadores financeiros, de clientes, de processos internos e de aprendizado e crescimento, todos muito bem inter-relacionados, com seus objetivos e indicadores se inter-relacionando e formando um fluxo de causa e efeito que se inicia na perspectiva do aprendizado e crescimento e termina na perspectiva financeira. Através do BSC, uma empresa poderá perceber em que situação encontra-se naquele momento, como também, as características dos valores que a ajudarão ao seu futuro desempenho.
Empresas que utilizarem o Balanced Scorecard como ferramenta estratégica, terão um futuro bastante promissor para atingir o sucesso, e ainda que é preciso que haja investimento para o desenvolvimento e sucesso da implementação de uma ferramenta estratégica como o BSC. Adotar padrões de qualidade é visto como um fator crítico de sucesso, já que programas de gestão pela qualidade possibilitam que as empresas tenham uma base sólida que suporte a entrada de elementos específicos que qualifiquem mais a condução do processo.
Pode-se concluir que o BSC é um instrumento de mudanças e melhoria para a empresa, sendo que o mesmo deve ser continuo para sua eficácia, a implantação do processo mostra a preocupação de sua administração com uma gestão mais eficaz e com o desempenho da instituição para cumprir sua missão e se aproximar da sua visão.
*Colaborador da SICREDI- Tutor Faculdade Anhanguera- Graduado em ADM/GNA-2007
No mercado atual a eficácia empresarial é buscada continuamente e o grande desafio do administrador é manter um sistema de informação gerencial que forneça informações corretas para tomar decisões acertadas. Sistemas de medidas de desempenho são instrumentos gerenciais muito importantes para que se possa alcançar com êxito os objetivos propostos. Estudo sobre medidas de avaliação do desempenho das organizações têm evidenciado uma forte correlação entre os processos de tomada de decisões operacionais e estratégias e a utilização de medidas não financeiras.
A sigla BSC traduzida significa: "Indicadores Balanceados de Desempenho", onde o termo balanceado refere-se à utilização das quatro perspectivas diferentes: Indicadores financeiros, de clientes, de processos internos e de aprendizado e crescimento, todos muito bem inter-relacionados, com seus objetivos e indicadores se inter-relacionando e formando um fluxo de causa e efeito que se inicia na perspectiva do aprendizado e crescimento e termina na perspectiva financeira. Através do BSC, uma empresa poderá perceber em que situação encontra-se naquele momento, como também, as características dos valores que a ajudarão ao seu futuro desempenho.
Empresas que utilizarem o Balanced Scorecard como ferramenta estratégica, terão um futuro bastante promissor para atingir o sucesso, e ainda que é preciso que haja investimento para o desenvolvimento e sucesso da implementação de uma ferramenta estratégica como o BSC. Adotar padrões de qualidade é visto como um fator crítico de sucesso, já que programas de gestão pela qualidade possibilitam que as empresas tenham uma base sólida que suporte a entrada de elementos específicos que qualifiquem mais a condução do processo.
Pode-se concluir que o BSC é um instrumento de mudanças e melhoria para a empresa, sendo que o mesmo deve ser continuo para sua eficácia, a implantação do processo mostra a preocupação de sua administração com uma gestão mais eficaz e com o desempenho da instituição para cumprir sua missão e se aproximar da sua visão.
*Colaborador da SICREDI- Tutor Faculdade Anhanguera- Graduado em ADM/GNA-2007
terça-feira, 5 de abril de 2011
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